Até setembro, 113 poços foram perfurados na costa brasileira
As demandas da Petrobras e, em menor escala, da Queiroz Galvão, Total e Shell, por poços de desenvolvimento em campos offshore não conseguem sustentar a atividade no Brasil este ano. Na comparação com 2013, o mercado de poços offshore está 23% menor no acumulado até setembro. Veja no gráfico abaixo mais detalhes sobre o mercado de perfuração no país.
Neste ano, foram perfurados 113 novos poços offshore no Brasil, queda frente aos 148, em 2013, e 172, em 2012. A maior diferença foi número de poços classificados como especial pela Petrobras. Ano passado, a petroleira demandou 34 poços desse tipo até o fim de setembro, contra oito este ano.
O número de poços exploratórios é também pequeno. Apenas 34 foram perfurados, dos quais 31 são da Petrobras e o restante divide-se entre Shell (1), Statoil (1) e Total (1), que perfuraram três poços exploratórios nos nove primeiros meses do ano.
A demanda por desenvolvimento de campos, por sua vez, foi diluída entre campanhas da Petrobras em campos das Bacias de Campos e Santos e Queiroz Galvão (Atlanta), Shell Brasil (Bijupirá e Salema) e Statoil (Peregrino). Ao todo, foram perfurados 71 poços de desenvolvimento.