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Clippings - 05/06/18

Demanda por sondas flutuantes volta a crescer em 2018

De acordo com um estudo elaborado pela consultoria, cerca de 140 sondas serão necessárias este ano, com a América do Sul, Europa e América do Norte concentrando as atividades.

O crescimento anual de 3% tende a se manter ao menos até 2020, quando a produção de petróleo não convencional (Light Tight Oil) atingir seu platô, saltando para 6% a.a. depois disso.

A previsão é que a taxa de utilização de unidades flutuantes fique em 70% este ano, caindo para 66% em 2019, ainda como reflexo da superoferta de equipamentos na indústria. Somente na segunda metade da próxima década é que os níveis de 2014 voltariam a ser vistos.

A McKinsey assinala, contudo, que o volume de sondas flutuantes demandadas será afetado caso os países da Opep voltem a ampliar sua produção.

Otimismo

A perspectiva de retomada do crescimento das atividades exploratórias foi destacada por diversos operadores de sondas em conferências com analistas sobre os resultados financeiros do primeiro trimestre.

“Em diferentes bacias vemos petroleiras contratando ativos de águas ultraprofundas pela primeira vez em dois anos”, ressaltou o CEO da Transocean, Jeremy Thigpen.

Para Jeremy Thigpen, da Ensco, o aumento do preço do barril, aliado à aposentadoria de sondas que estão hoje em atividade, dará novo impulso ao mercado. “Esses fatores criaram um cenário favorável para (…) sondas offshore”, afirmou.

Concorrências

Já o CEO da Ocean Rig, Pankaj Khann, acredita que 2018 ainda será um ano difícil, com parte de suas sondas passando por períodos de ociosidade após o término de contratos.

O executivo está, por outro lado, otimista com o mercado brasileiro, onde a Petrobras e petroleiras privadas já criam novas oportunidades de contratação.

“Olhando para a demanda global, vemos 60 anos de sondas sendo contratados a partir de licitações e RFIs (Request For Information) que estão no mercado”, observou.

Fonte: Revista Brasil Energia