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Clippings - 13/07/16

Demanda por sondas onshore deve se recuperar a partir de 2017

A demanda por sondas onshore deve voltar a crescer a partir de 2017, acompanhando a recuperação do preço do barril e o aumento das atividades de perfuração, prevê a Douglas-Westwood. No restante do ano de 2016, porém, a baixa pela qual o mercado passa há um ano e meio deve continuar, já que os operadores continuam na busca pela redução de custos.

A expectativa é que, mesmo se o preço do barril permanecer em baixa, a demanda por equipamentos de alta especificação aumentará, refletindo a demanda por operações de perfuração horizontal na Rússia, além de projetos não convencionais na Arábia Saudita e na China. Outros países que devem demandar sondas avançadas são o Kuwait e o Irí.

“A necessidade de aumentar a eficiência nas operações de perfuração fomentou o desenvolvimento de novas tecnologias no mercado, sobretudo com foco no uso de processos automatizados para aumentar a velocidade e melhorar a segurança”, explicou Kathy Smith, pesquisador da DW.

De acordo com Smith, a redução do preço do barril gerou ainda uma tendência de reciclagem de componentes de sondas fora de atividade na América do Norte. O ambiente de crise contribui ainda para a busca de operadores interessados em capitalizar novos mercados que demandarão sondas de alta especificação, como a região de Vaca Muerta, na Argentina.

“O mercado passa por dificuldades e deverá se esforçar para recuperar os níveis anteriores de atividade, mas existem oportunidades em mercados regionais”, afirmou Steve Robertson, diretor de Pesquisa da consultoria.

Outra consultoria que acredita que o mercado de perfuração onshore está no caminho para se recuperar é a Rystad Energy. Recentemente, a consultoria afirmou que a produção no shale americano voltará a crescer no segundo semestre de 2016 e a que região terá novo aumento na quantidade de sondas em atividade.