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Clippings - 06/11/14

Descoberta de Pitu entra em fase de avaliação

ANP aprova PAD e Petrobras se compromete a perfurar de até dois poço e mais levantar 2,3 mil km² de sísmica. A avaliação da descoberta de Pitu, feita em 2013 pela Petrobras, vai demandar de um a dois novos poços de exploração e novos estudos sísmicos e petrofísicos. O prospecto de Pitu está localizado nos blocos POT-M-853 e POT-M-855, ambos do contrato BM-POT-17. Além do interesse da Petrobras na área, Pitu foi a primeira descoberta de petróleo em águas profundas na Bacia Potiguar.

A presença de óleo em Pitu foi confirmada por meio da perfuração do poço 1-BRSA-1205, concluída no primeiro trimestre deste ano, em lâmina d’água de 1.713 metros, a 55 km da costa do Rio Grande do Norte.

No plano de avaliação da descoberta (PAD), aprovado pela ANP, a Petrobras comprometeu-se a perfurar um novo poço de extensão em Pitu e levantar 2,323 km² de sísmica 3D, com processamento PSDM (prestack depth migration), além de reprocessar a sísmica existente.

Adicionalmente, ficou acordado com a ANP que serão feitos investimentos em estudos especiais de petrologia do reservatório, que incluirão análises de petrofísica, difratometria de raios-X (DRX), microscopia eletrônica de varredura (MEV) e correlação rocha-perfil.

O primeiro poço de extensão e os novos estudos e sísmica deverão ser concluídos até junho de 2017.

A Petrobras também poderá perfurar um segundo poço de avaliação para testar a região nordeste do prospecto de Pitu e, eventualmente, ampliar o ring fence de um futuro campo – neste caso, o prazo do PAD será estendido até março de 2019.