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Clippings - 18/09/19

Descomissionamento de Polvo até 2032

A PetroRio prevê descomissionar o campo de Polvo entre 2031 e 2032, 15 anos depois da estimativa considerada quando assumiu o projeto, em 2014. A informação é do engenheiro de Integridade da operadora, Pablo Bartholo.

A extensão de vida do ativo na Bacia de Campos será possível graças a uma série de investimentos feitos pela PetroRio na área de inspeção, reparo e manutenção, elevando a eficiência operacional do empreendimento de 85% para 98%.

Entre as iniciativas nesse sentido está a aplicação de métodos avançados de inspeção, como o phased array, com uso de ultrassom, e a reflectometria de pulso acústico (RPA), além de modificações estruturais para receber crescentes quantidades de água.

“Inovar é a chave para conseguirmos estender a vida útil de nossas plataformas”, afirmou Bartholo na terça-feira (17/9), durante o 2º workshop sobre Integridade e Manutenção de Ativos Offshore promovido pela Sobena, no Rio de Janeiro.

As inovações adotadas em Polvo serão replicadas no campo de Frade, adquirido pela companhia no início do ano. Em outubro, o flare da plataforma instalada no ativo será inspecionado por um drone (veículo aéreo não tripulado), solução que permite evitar paradas de produção.

Os FPSOs Polvo e Frade são operados pela BW Offshore e SBM Offshore, respectivamente. A primeira unidade – que recebe a produção da plataforma fixa Polvo A – tem capacidade para processar 90 mil bopd, e a segunda, 100 mil bopd.

O campo de Polvo produziu cerca de 8 mil bopd em agosto, e o de Frade, aproximadamente 10 mil bopd, segundo informações da PetroRio. A petroleira brasileira adquiriu os ativos quando eles já produziam há dez e sete anos, respectivamente.

“Nossa estratégia é realmente focar em campos maduros”, enfatizou o engenheiro da operadora.

 

Fonte: Revista Brasil Energia