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Clippings - 08/05/19

Descomissionamento já mexe com o apoio marítimo

Postulantes ao contrato para retirada das plataformas do campo de Cação buscam embarcações junto a armadores

O mercado de descomissionamento de plataformas offshore no Brasil começa a mexer com o segmento de apoio marítimo. Postulantes ao contrato para retirar as plataformas fixas do campo de Cação, na Bacia de Campos, estão buscando PSVs, FSVs (transporte de pessoal) e heavy lifts (embarcações com guindaste para fazer o içamento das jaquetas).

De acordo com dados da Associação Brasileira de Empresas de Apoio Marítimo (Abeam), há, no país, 147 PSVs e 17 FSVs. Já o heavy lift terá que ser trazido de fora para realizar o serviço, cujo início está programado para março de 2020.

Entre as empresas proprietárias de heavy lifts estão a Allseas, Boa Offshore, Boskalis, Jumbo Maritime, OOS International e Subsea 7.

O edital da licitação de Cação prevê a retirada de todos os equipamentos e materiais de superfície, como passarelas (gangways), guindastes, topsides e jaqueta, além de materiais identificados com a presença de radiação de ocorrência natural (NORM, na sigla em inglês).

O prazo de entrega das propostas termina no próximo dia 3 de junho.

Além da PCA-1, 2 e 3, a Petrobras tem sete projetos de descomissionamento em fase avançada de detalhamento: os FPSOs Cidade de Rio das Ostras, Cidade do Rio de Janeiro, Piranema e P-XXXIII e as semissubmersíveis P-VII, P-XII e P-XV. As quatro últimas devem ser leiloadas pela estatal.

Concorrências no apoio marítimo

Conforme publicado pela BE Petróleo, a Petrobras promove atualmente licitações para afretar uma embarcação de apoio a mergulho (DSV), um de recuperação de óleo (OSRV) e uma P5, para transporte de passageiros.

Na última semana, a Shell lançou uma concorrência para contratar dois AHTSs equipados com robôs submarinos de operação remota (ROVs) para realizar atividades de reparo das linhas de ancoragem do FPSO Fluminense, no Parque das Conchas (BC-10). O contrato será de 80 dias, com início entre junho e julho.

Fonte: Revista Brasil Energia