O ano de 2021 marcará o pico de demanda por serviços de poços em projetos offshore na fase de desenvolvimento da produção dentro dos próximos cinco anos, de acordo com dados da ANP. A estimativa é que serão perfurados 111 poços, enquanto 135 terão de ser completados, 49 arrasados e abandonados e outros 29 precisarão passar por processo de elevação artificial.
O salto em relação a 2019 é significativo. Neste ano, calcula-se que, no mar, 62 poços serão perfurados, 72 completados, 43 arrasados e abandonados e que 16 demandarão serviços de elevação artificial – números que também são bem inferiores aos previstos para 2020, quando um portfólio de 307 poços estará em jogo.
Depois de 2021, contudo, todas as atividades offshore cairão, com exceção da desativação de campos, que ainda experimentará crescimento em 2022, antes de ter sua demanda reduzida no ano seguinte.
No onshore, a previsão é que haverá uma queda das atividades em 2020, seguida de crescimento em 2021, atingindo o pico em 2022 – ano em que 220 poços devem ser perfurados, 427 completados, dez arrasados e abandonados e 192 precisarão de serviços de elevação artificial.
A projeção foi feita pelo PetróleoHoje com a utilização de uma nova ferramenta disponibilizada pela ANP para fornecer previsões anuais sobre atividades de desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural no quinquênio.
Fonte: Revista Brasil Energia