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Clippings - 08/10/14

Eisa pode perder contratos de PSVs

Brasil Supply estuda alternativas para mitigar atraso na entrega de embarcações do Prorefam

A Brasil Supply está avaliando a possibilidade de transferir os contratos de quatro embarcações encomendadas no Eisa para outros estaleiros, após atrasos que podem ultrapassar dois anos. As embarcações foram contratadas pela Petrobras na 2º rodada do Prorefam e deveriam ter entrado em operação em setembro de 2013.

Hoje foi lançado ao mar o PSV 4.500 Itamaracá, contudo a obra ainda deve demandar entre nove meses e um ano, nas contas da Brasil Supply, ou oito meses, pela previsão mais otimista do presidente do Eisa, Josuan de Moraes.

“Começamos esse contrato em 2011 e todos os quatro barcos estão atrasados (…) Dentro do nosso plano de negócios (da Brasil Supply), temos que mitigar esse atraso. Se vai ser com o Eisa ou sem o Eisa, ainda será definido”, explicou o diretor de Operações da Brasil Supply, Ricardo Braga.

A entrada em operação deve ficar para o fim de 2015 quando iniciará a operação para a Petrobras. Devido ao atraso, a Brasil Supply paga multas à Petrobras que são calculadas com base na quantidade de dias de atraso e são reajustadas até chegar a 25% da taxa diária da embarcação.

Outro PSV 4.500 (fluideiro) e dois PSVs 3.000 (carga geral) foram encomendados ao Eisa pela Brasil Supply. De acordo com Josuan Moraes, os trabalhos no casco da próxima embarcação foram iniciados. Não há, entretanto, garantias para manter o contrato.

A expectativa da Brasil Supply é ter todos os barcos em operação entre 2016 e 2017. As embarcações estão contratadas pela Petrobras por oito anos, com opção de renovação por mais oito. Serão os primeiros PSVs operados pela Brasil Supply, que já atua na produção e armazenagem de fluidos de perfuração e opera navios de passageiros contratados pela Petrobras.