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Clippings - 07/12/15

EMGS vende dados 3D da Foz do Amazonas e do Ceará

A EMGS venderá dados da sua biblioteca spec 3D das bacias da Foz do Amazonas e do Ceará por US$ 4,1 milhões. A companhia não especificou qual petroleira comprou os levantamentos, nem a extensão dos dados vendidos.

Atualmente, além da Petrobras, outras nove petroleiras operam áreas nas bacias. Na Bacia do Ceará, existem seis blocos em fase de exploração, a maioria arrematado na 11ª rodada e com previsão do fim da primeira fase exploratória entre 2020 e 2021. A Chevron (50%) opera o CE-M-715, em parceria com a Ecopetrol (50%), enquanto a Exxon opera o CE-M-603 (50%), e aguarda a cessão do restante da concessão da OGpar para a AziLat. A Premier Oil (50%, operadora) e a Cepsa (50%) detém as áreas do CE-M-665 e CE-M-717, e a Total (45%, operadora), a Premier Oil (30%) e a Queiroz Galvão (25%) são responsáveis pelo CE-M-661.

A Premier, a Chevron, a Exxon e a Total encomendaram um levantamento de 7,2 mil km² de dados sísmicos na Bacia do Ceará para a PGS. A campanha foi iniciada em setembro e atualmente já estava 50% concluída no começo de novembro, de acordo com a Premier.

A única área operada pela Petrobras na bacia é o BM-CE-2, onde a companhia atualmente conduz o plano de avaliação da descoberta (PAD) do poço 1-BRSA-1080-CES, batizado de Pecém, com previsão de término em outubro de 2016. O plano prevê uma perfuração firme e uma contingente, além reprocessamento sísmico 3D PSDM firme e um teste de formação firme.

Na Foz do Amazonas, a áreas sob concessão também foram arrematadas na 11ª rodada da ANP. A Total (40%) opera os blocos FZA-M-125, FZA-M-127, FZA-M-57, FZA-M-86, FZA-M-88, em parceira com a BP (30%) e a Petrobras (30%). A BHP Billiton opera com 100% da concessão os blocos FZA-M-257 e FZA-M-324, enquanto a Brasoil também detém 100% dos blocos FZA-M-539 e FZA-M-254. A BP tem 70% do FZA-M-59, em parceira com a Petrobras (30%), e a Queiroz Galvão (35%) opera o FZA-M-90, em parceria com a Premier Oil (35%) e a Pacific (30%).

Tanto a Queiroz Galvão quanto a BP e Total se preparam para fazerem suas primeiras campanhas de perfuração na bacia nos próximos três anos.