Companhia pretende iniciar as atividades de conexão dos dois primeiros poços do Sistema Definitivo de Atlanta na próxima semana. Além disso, a Enauta informou a realização de uma parada para manutenção no FPSO Petrojarl I

A Enauta planeja iniciar as atividades de conexão dos dois primeiros poços ao FPSO Atlanta, do Sistema Definitivo (SD) do campo homônimo, na próxima semana, segundo comunicado divulgado pela companhia nesta quarta-feira (12).
Além disso, a Enauta informou que já concluiu a instalação de 19 das 20 âncoras da plataforma. A unidade foi construída pela Yinson e possui capacidade para processar até 50 mil bpd e estocar 1,6 milhão de barris de petróleo, e o primeiro óleo está previsto para agosto de 2024.
O FPSO Atlanta possui um processo de gestão de carbono, com o objetivo de reduzir significativamente as emissões de gases de efeito estufa. Ao todo, a Enauta investiu cerca de US$ 1,1 bilhão para a Fase 1 do SD de Atlanta. O campo está localizado na Bacia de Santos e é operado pela companhia com 100% de participação.
No entanto, em março deste ano, a Enauta assinou um contrato de compra e venda para que a Westlawn Americas Offshore (WAO) adquira 20% de participação no BS-4, área que inclui os campos de Atlanta e Oliva, na Bacia de Santos. O fechamento da transação ainda depende de algumas aprovações.

Fonte: Enauta
FPSO Petrojarl I
A Enauta também informou, no mesmo comunicado, que o operador do FPSO Petrojarl I (no caso, a Altera) optou por realizar parada de produção para ajustes associados à manutenção de equipamentos selecionados após inspeções na planta de processo. “A produção do campo de Atlanta tem previsão de retomada nas próximas semanas de junho”, afirma a companhia no comunicado.
O FPSO Petrojarl I faz parte do Sistema de Produção Antecipada (SPA) do campo de Atlanta, e ele continuará produzindo até a entrada em operação do FPSO Atlanta. Conforme explicado pelo diretor de Operações da Enauta, Carlos Mastrangelo, à Brasil Energia, uma parte dos risers será utilizada no SD de Atlanta.
A plataforma é uma das opções para o desenvolvimento do campo de Oliva, localizado na mesma bacia, mas a Altera “tem liberdade para negociar outras oportunidades que possam existir”, segundo Mastrangelo. A unidade possui uma capacidade de processamento de 30 mil bpd.
Fonte: Revista Brasil Energia