Empresa quer reduzir custos administrativos, simplificar contratos e diversificar a base de credores da companhia
A Parnaíba Gás Natural será incorporada pela Eneva e deixará de ser uma subsidiária. A informação foi publicada nesta segunda-feira (1) por meio de fato relevante. Também foram incorporadas as subsidiárias Parnaíba III e Parnaíba IV, que agora fazem parte da Parnaíba II. As unidades de Itaqui e Pecém II não foram incorporadas.
Com essas transações, a Eneva procura reduzir seus custos administrativos; simplificar os contratos financeiros; diversificar a base de credores da companhia e ainda reduzir em aproximadamente 48% nas amortizações de principal de dívida previstas para 2019 e 2020.
Parnaíba Gás Natural
A PGN foi fundada em 2013 e possui 2,2 GW de capacidade instalada, respondendo por cerca de 5% de toda a capacidade térmica instalada no Brasil.
A companhia possui na carteira oito campos declarados comerciais – Gavião Real, Gavião Vermelho, Gavião Branco, Gavião Caboclo, Gavião Azul, Gavião Preto, Gavião Branco Norte e Gavião Tesoura. Em sua carteira estão também seis planos de avaliação de descoberta (PADs) e sete blocos adquiridos na 13ª rodada, além de cinco áreas arrematadas no 14º leilão, que não podem ser contempladas pela medida.
A Eneva comprou a PGN como subsidiária em 2016, numa operação avaliada em R$ 1,15 bilhão. Assim como a Eneva, a PGN era uma empresa do grupo EBX, do empresário Eike Batista. A Eneva é a antiga MPX e a PGN era a OGX Maranhão, criada para explorar as áreas localizadas na Bacia do Parnaíba (MA).
Fonte: Revista Brasil Energia