A Eneva espera finalizar neste ano a parcela restante dos Planos de Avaliação de Descoberta da 9ª Rodada e declarar comercialidade de campos adicionais. Vai ainda alocar R$ 50 milhões para a conclusão da 1ª fase da campanha sísmica das áreas adquiridas nas 13ª Rodada de Licitações, na Bacia do Parnaíba, com previsão de perfuração dos primeiros poços em 2019, informou nas suas demonstrações financeiras de 2017
A empresa confirmou que vai replicar no campo de Azulão, comprado no fim de 2017 da Petrobras, o modelo reservoir to wire (R2W) adotado em outros projetos da empresa na Bacia do Parnaíba. Localizado a 300 km ao leste de Manaus (AM) o campo fica a 12 km de uma subestação ligada ao sistema interligado nacional.
A empresa destacou que os cinco blocos adquiridos na Bacia do Parnaíba na 14ª Rodada de Licitações da ANP aumentaram a área exploratória da companhia em 49%, alcançando 41 mil km2.
Os desenvolvimento dos campos de gás Gavião Caboclo e Gavião Azul receberam um investimento de R$ 176,8 milhões em 2017. Os campos possuem conexão de 5,4 bilhão de m³ de reservas adicionais ao sistema de produção de gás do Parnaíba, e tiveram o primeiro gás produzido em novembro do ano passado.
A companhia chegou ao final de 2017 com 18,8 bilhões de m³ de gás em reservas 2P (prováveis e provadas), um aumento de 6% em relação aos 17,7 bilhões de m³ registrados ao fim de 2016. Com isso, a taxa de reposição de reservas foi de 170% no ano.
No quarto trimestre de 2017, a Companhia produziu 0,7 bilhão de m³ de gás natural. No ano de 2017, a produção de gás natural do complexo totalizou 1,6 bilhão de m³.
Fonte: Revista Brasil Energia