
A Eneva iniciou, na última quarta-feira (25/8), a perfuração do poço pioneiro (1-ENV-21-MA) do bloco PN-T-47, localizado na Bacia do Parnaíba, segundo informações da ANP. O primeiro período exploratório deste bloco vence em novembro de 2026.
O PN-T-47 foi adquirido no 1º Ciclo da Oferta Permanente, realizado em 2019, junto com outros cinco blocos: PN-T-48A, PN-T-66, PN-T-67A, PN-T-68 e PN-T-102A. Em julho deste ano, a Eneva solicitou, ao MME, o enquadramento desses seis blocos como projetos prioritários de investimento na área de infraestrutura de gás natural, de modo que a companhia possa emitir debêntures visando o financiamento dos projetos.
A Eneva já realizou uma descoberta na área desses seis blocos. Mais especificamente, no bloco PN-T-68, onde indícios de gás foram encontrados no poço 1-ENV-13-MA em agosto do ano passado. Essa perfuração foi a primeira realizada em área ofertada no 1º Ciclo da Oferta Permanente.
A petroleira é operadora de 25 blocos exploratórios, dos quais 17 estão localizados na Bacia do Parnaíba. As oito áreas restantes foram arrematadas no 2º Ciclo da Oferta Permanente, em 2020, sendo sete blocos exploratórios nas bacias do Amazonas e Paraná e a área de acumulação marginal de Juruá, na Bacia de Solimões.
Em seu portfólio, a Eneva tem ainda cinco campos produtores (Gavião Real, Gavião Vermelho, Gavião Branco, Gavião Caboclo e Gavião Azul) e quatro em desenvolvimento (Gavião Preto, Gavião Branco Norte, Gavião Tesoura e Gavião Carijó). Esses nove ativos estão localizados na Bacia do Parnaíba, região onde opera o Complexo Parnaíba (parque de geração termelétrica com 2,8 GW de capacidade instalada). Há ainda o campo de Azulão, no Amazonas.
Fonte: Revista Brasil Energia