Geração offshore poderá reduzir a necessidade de plataformas para produção de óleo e gás. A adaptação da geração eólica onshore para offshore e a utilização do movimento das marés poderão ser utilizadas para geração elétrica em equipamentos e sistemas submarinos para o setor de óleo e gás. As alternativas fazem parte de estudo da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip).
O levantamento aponta que correntes de 6 até 10 km/h a cerca de 65 km da costa do Rio de Janeiro poderão ser aproveitadas para geração elétrica. A energia das marés também pode ser utilizada na Bacia de Campos, onde há três correntes diferentes: uma de norte a sul; outra, quase de leste a oeste; e a terceira, de sul a norte.
“O estudo foi feito para atender ao novo conceito, no setor, de “subsea factory”, que prevê a diminuição de custos na produção com a realização, no fundo do mar, de operações que são feitas na superfície”, afirmou o subsecretário estadual de Energia, Logística e Desenvolvimento Industrial, Marcelo Vertis.
O trabalho foi encomendado pela Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico e aponta também alternativas, como geração térmica dos oceanos, osmótica e a nuclear.