Contrato entre as duas empresas terá como foco o atendimento à fase II de Peregrino
A Equinor e a GranEnergia assinarão até o início da próxima semana contrato de afretamento de seis meses, com opção de renovação por mais quatro, de um flotel para apoio ao desenvolvimento da fase II de Peregrino, na Bacia de Campos. A unidade entrará em operação no fim de 2018.
A GranEnergia ainda não definiu a unidade que será alocada ao projeto. A empresa estuda três alternativas distintas: a UMS Olympia, atualmente operando para a Petrobras em Mexilhão, na Bacia de Santos; a Venus, sob contrato com a Total em Angola; ou buscar uma terceira unidade no mercado.
De acordo com Miguel Gradin, presidente da GranEnergia, o grupo está analisando a melhor estratégia e vai tentar manter os dois contratos, seja por meio de renovação ou de nova licitação.
A fase II de Peregrino exigirá investimentos totais de US$ 2,4 bilhões e está programada para entrar em operação no último trimestre de 2020. O campo produz hoje cerca de 70 mil barris/dia de óleo.
A Equinor vem investindo pesado na padronização e simplificação dos processos no desenvolvimento do campo visando reduzir os custos. No início da fase de implantação o break even do projeto era de US$ 70/barril, mas indicadores mais recentes já vislumbram viabilidade do sistema mesmo com o preço do barril abaixo dos US$ 40/barril.
Fonte: Revista Brasil Energia