
A Equinor e a Líder Aviação assinaram um contrato adicional para ampliar a frota de helicópteros no projeto de produção do campo de Bacalhau, no pré-sal da Bacia de Santos O afretamento será para mais uma aeronave Sikorsky S-92, com previsão de inicio dos serviços ainda no primeiro semestre de 2023.
Para o projeto de Bacalhau, a Equinor perfurou o primeiro poço de desenvolvimento em outubro de 2022, a partir do navio-sonda West Saturn, da Seadrill. Além da unidade da Seadrill, a companhia norueguesa afretou o DS-17, da Valaris, que também ficará operando em Bacalhau, a partir de junho/julho de 2023.
A expectativa para o primeiro óleo era para 2024. Mas, em fevereiro, a Equinor anunciou que o cronograma foi adiado para 2025, devido a problemas na obra de construção do FPSO. Naquele mesmo mês, a petroleira iniciou a instalação do sistema de coleta submarina (SURF).
O sistema de produção de Bacalhau será dividido em duas fases. A primeira etapa do projeto terá 19 poços, sendo 11 produtores e quatro injetores de água. A Equinor irá aportar no projeto US$ 8 bilhões em investimentos, somente na primeira fase.
Desde 2016, a Equinor é operadora de Bacalhau (40%), com parceria da ExxonMobil (40%) e Petrogal (20%), além da participação da PPSA, como gestora do contrato de partilha.
Fonte: Revista Brasil Energia