unitri

Filtrar Por:

< Voltar

Clippings - 05/02/21

Equinor e Porto do Açu Operações firmam MoU

Photovoltaic solar panels on sunset sky background,green clean energy concept.

A Equinor e a Porto do Açu Operações irão assinar memorando de entendimentos (MoU) para avaliar o desenvolvimento de projeto conjunto para instalação de uma planta de geração solar fotovoltaica na retroárea do Porto do Açu, destinada a projetos industriais.

O memorando tem prazo de 12 meses e será firmado na quarta-feira (3/2). A partir de fevereiro, as duas empresas darão início aos primeiros estudos de engenharia básica e de mercado.

As empresas ainda não definiram o porte exato da planta em estudo, mas a intenção é focar em um projeto relevante para o Rio de Janeiro.

As primeiras negociações entre a Porto do Açu Operações e a Equinor para implantação de uma planta de geração solar fotovoltaica foram iniciadas no segundo trimestre de 2020. A assinatura do memorando marca a primeira iniciativa do grupo Prumo no segmento de energia renovável e reforça ainda mais o interesse da petroleira norueguesa nessa área.

A Porto do Açu Operações tem planos de crescer no segmento de energia renovável. O grupo planeja investir na produção de energia limpa e, principalmente, fortalecer o Porto do Açu como grande polo de implantação de empresas de baixo carbono.

A decisão final sobre a viabilidade ou não do projeto será definida até o final de 2021. Caso a Equinor e a Porto do Açu Operações decidam investir na construção da planta solar fotovoltaica, estima-se que o empreendimento entre na fase operacional em até 24 meses.

Localizado em São João da Barra (RJ), o Porto do Açu pertence ao grupo Prumo, sendo o único porto totalmente privado do país. O empreendimento está em operação desde 2014, tendo se tornado um dos mais importantes complexos de infraestrutura do Brasil.

A Equinor opera no Brasil a primeira planta solar de seu portfólio global. Batizado Complexo de Apodi, o projeto está localizado no Ceará e tem capacidade para gerar 162 megawatts, estando em operação desde 2018.

Fonte: Revista Brasil Energia