Agora, a Equinor, operadora do BM-S-8, possui 36,5% de interesse, assim como a ExxonMobil. A Galp possui 17% e a Barra Energia 10%. A produção do campo deve iniciar em 2023 ou 2024. Em Norte de Carcará, a Equinor e a ExxonMobil possuem 40% de participação cada e a Galp 20%.
A Equinor estima que a estrutura inteira (bloco BM-S-8 e Norte de Carcará) contenha mais de 2 bilhões de barris equivalentes de óleo recuperáveis com previsão de emissões de carbono abaixo da meta corporativa da companhia para 2030 (teto de 8kg de CO2 por barril de óleo equivalente). Além disso, há um potencial exploratório, incluindo o prospecto Guanxuma no bloco BM-S-8, cujas atividades de perfuração começaram no final de abril.
A venda faz parte de uma sequência de operações que se iniciaram quando o consórcio formado por Equinor, Exxon e Galp arremataram a área unitizável de Norte de Carcará na 2ª rodada de partilha, em 2017.
Fonte: Revista Brasil Energia