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Clippings - 06/08/21

Estaleiro alemão constrói navio condomínio residencial flutuante

Confirmada a contratação de construção pelo estaleiro alemão Meyer do grande navio condomínio residencial com 117 apartamentos e acomodações para mil pessoas entre moradores, funcionários dos complexos de serviços e tripulantes que levarão os clientes a usufruírem de mudança continua de paisagens e local de residência.

Este navio, que será entregue em 2025, será propriedade da ORD Oceans Residences Development e tera o nome de Nord. Com generosas dimensões de 289,30m de comprimento e 33,50m de boca, o navio operará até 21 nós com utilização de sistemas de motores alimentados a gás natural transportado em tanques criogênicos e também possuirá sistema elétrico híbrido com armazenamento de energia em baterias para operações sem emissões de gases, quando em áreas ambientalmente sensíveis.

Esta construção naval especializada na Alemanha permanece operando com modernas soluções tecnológicas, frente à forte concorrência dos estaleiros do Oriente, que dominam o mercado de navios cargueiros.

Para o Brasil poder receber estes novos navios movidos a GNL, um tendência mundial, incluindo porta-contêineres, ro-ro e até graneleiros já em construção, serão necessárias instalações de terminais de reabastecimento deste combustível do futuro.

Segundo o consultor Paulo Lemgruber, diretor da Interocean, a existência do complexo de geração de energia a gás natural liquefeito no Porto do Açu deverá viabilizar os reabastecimentos de navios neste que já foi em 2020 o quarto maior porto brasileiro em volumes de cargas embarcadas, conforme a Antaq. “Com a previsão de melhoria do acesso rodoviário e futura conexão ferroviária, o complexo do Açu crescerá para assumir a vice-liderança em volume de cargas operadas no Brasil, com petróleos, minério de ferro, gás natural liquefeito, fertilizantes, coque de petróleo, equipamentos e insumos para a exploração e produção de petróleo e gás na plataforma continental”, destaca Lemgruber, enfatizando que a lista de produtos e clientes continuará crescente no complexo.

Fonte: Revista Portos e Navios