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Clippings - 26/05/11

Estrella: Nova licitação não atrasa cronograma de sondas de perfuração

O diretor de exploração e produção da Petrobras, Guilherme Estrella, negou que a abertura de um novo processo licitatório para a construção de 21 sondas de perfuração que serão construídas no Brasil possa significar um atraso no cronograma de entregas.

Estrella, que participou de seminário promovido pela Statoil no Rio de Janeiro, ressaltou que a licitação dos equipamentos – cuja primeira tentativa foi abortada por conta dos altos preços cobrados – será mais rápida que o esperado, graças ao aprendizado obtido com a contratação de sete sondas pela Sete Brasil, que vai construir os equipamentos no Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Pernambuco.

É um processo complicado. É a primeira vez que a gente constroi sondas de perfuração no Brasil com conteúdo nacional extremamente elevado, de modo que não é um processo simples de a gente decidir, mas estamos em processo decisório bastante rápido e logo vamos entrar com a segunda licitação, disse Estrella. Tudo isso são especulações [sobre possíveis atrasos], mas já temos a experiência da primeira licitação e vai ser muito mais rápido daqui para frente, acrescentou.

O diretor não adiantou se a contratação das 21 sondas será por afretamento. As primeiras sete unidades licitadas serão construídas pela Sete Brasil, empresa em que a estatal tem participação minoritária, no EAS, para posterior afretamento à Petrobras. Esses equipamentos e as demais 21 sondas vão ser utilizadas para perfurações na camada pré-sal.

Estrella também não quis fazer comentários sobre a divulgação do novo Plano de Negócios da companhia para o quinquênio 2011-2015, que está sendo objeto de mais estudos depois de recomendação do conselho de administração para análises adicionais.

Estamos estudando com o conselho de administração e vai ser anunciado quando o conselho aprovar, frisou.

Estrella confirmou ainda que a afirmação feita hoje pelo presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, na Noruega, sobre a necessidade de triplicar o número de plataformas hoje utilizadas pela companhia até 2020, é concreta.

O nosso trabalho, 24 horas por dia, é diminuir a nossa imprevisibilidade. Essa afirmação do presidente Gabrielli carrega toda a nossa imprevisibilidade, mas é uma estimativa concreta, destacou Estrella.

Atualmente, a Petrobras possui mais de 130 plataformas em operação.