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Clippings - 11/02/21

ExxonMobil reinicia perfuração em Opal

Sonda West Saturn, da Seadrill, contratada pela ExxonMobil para perfurar em Titã (Fonte: Marinha do Brasil)

De acordo com a ANP, a perfuração do Opal-1A, no bloco C-M-789,  foi reiniciada pela ExxonMobil no último dia 9, em lâmina d’água de 2,6 mil m.

O Opal-1A pode ser chamado de “poço repetido”, uma vez que o Opal-1 foi abandonado de forma definitiva por questões operacionais. Segundo a ANP, o abandono por questões operacionais é algo comum durante a perfuração de um poço exploratório.

“Ressalta-se que não haverá alteração dos objetivos exploratórios ou qualquer impacto no cumprimento dos obrigações contratuais junto à ANP”, disse a assessoria da agência reguladora em resposta ao PetróleoHoje.

Retomada

O Opal-1 começou a ser perfurado no dia 24 de janeiro pelo navio-sonda West Saturn, da Seadrill. A campanha marca a retomada da atividade exploratória da ExxonMobil no Brasil após um longo jejum, e seus resultados são esperados pelo mercado com grande expectativa.

Além da perfuração no prospecto de Opal, a campanha da petroleira norte-americana também prevê um poço pioneiro em Titã, área de partilha da Bacia de Santos, que deverá ser realizada após a conclusão dos trabalhos no C-M-789, no segundo trimestre deste ano.

O bloco C-M-789 foi adquirido pelo consórcio ExxonMobil (40%), Petrobras (30%) e QPI Brasil (30%) na 15ª Rodada de Licitação da ANP. Já Titã foi arrematado na 5ª Rodada de Partilha, sendo operado pela major norte-americana com 64% de participação, em parceria com a QPI Brasil (36%). Os leilões foram realizados em 2018.

Fonte: Revista Brasil Energia