Mais de cem petroleiros se reuniram, sábado, no Sindicato do Petroleiros do Norte Fluminense, em Macaé, para denunciar as péssimas condições de segurança da Plataforma P-33, onde houve uma explosão, sem feridos, em 14 de julho. Em inspeção feita semana passada, a Superintendência Regional do Trabalho interditou filtros das unidades de compressão de gás da plataforma, o que impediria o uso do gás, segundo o diretor de Comunicação do Sindipetro, Marcos Breda.
Os fiscais também autuaram a Petrobras pela tubulação de água para combate a incêndio fora da cor padrão, pelo indicador de pressão inoperante, pelos pisos escorregadios, pelas diversas tubulações com reparos provisórios e pelos vasos de pressão sem válvulas de segurança”, disse. A Petrobras informou, por meio de nota, que está cumprindo a determinação da Superintendência Regional do Trabalho do Rio, que interditou o equipamento do filtro de óleo lubrificante na plataforma P-33.
Segundo a nota, a Petrobras discorda da decisão e diz que o equipamento dispõe de válvula de pressão que atende à Norma Regulamentadora 30, do Ministério do Trabalho.