A maior parte da frota em abril era composta por PSVs, com 147 embarcações. Em seguida vêm os LHs, com 62 barcos; AHTSs (52); OSRVs (44); FSVs (17); PLSVs (16); MPSVs (11); RSVs (11); Crew (nove); SV (oito); DSV (seis); e WSV (quatro).
As classes com maior proporção de embarcações estrangeiras são os PLSVs (81% estrangeiros); RSVs (63%); MPSVs (54%); DSVs e WSVs, com 50%; AHTSs (44%); e OSRVs (32,5%).
Com 51 embarcações no país, a Edison Chouest tem a maior fatia do mercado, com 13% da frota de apoio marítimo. Sete de suas embarcações arvoram bandeira estrangeira, das quais três são OSRVs; dois WSVs; um RSV; e um MPSV.
CBO, com 27 barcos, Starnav (23), Tranship (20) e Wilson Sons Offshore (16) completam a lista dos cinco maiores proprietários de barcos de apoio no Brasil, com a vantagem de ter toda sua frota operando com bandeira nacional.
No outro extremo, armadores como a Subsea 7, CMM, Otto Candies, Tidewater Marine, Varada Marine e Vega Offshore possuem somente barcos estrangeiros na frota, estando, portanto, mais expostas à possibilidade de bloqueio por embarcações brasileiras.
Esse risco é, logicamente, mais elevado para empresas que operam barcos menos complexos e com maior disponibilidade no país. A CMM, por exemplo, tem cinco OSRVs estrangeiros; a Otto Candies e a Tidewater, dois AHTss de bandeira internacional cada uma.