Já a Subsea 7 possui seis PLSVs estrangeiros, mas o único barco do tipo atualmente descontratado no Brasil, o Skandi Niterói – do consórcio Technip-DOF –, não conseguiu bloquear nenhum deles até o momento por ter especificações distintas.
Entre outras companhias com maior proporção de barcos de apoio estrangeiros na frota estão a Maersk (cinco de seus seis AHTSs); Farstad Shipping (três de cinco AHTSs); e a Sapura (cinco de seis PSLVs), cuja situação é semelhante à da Subsea 7 por se tratar de barcos especiais.
O relatório da Abeam não considera lanchas, barcos de pesquisa e flotéis, nem embarcações com porte inferior a 100 tpb ou bhp inferior a 1.000, e inclui embarcações que podem ou não estar amparadas por contratos, no mercado spot, em manutenção o eventualmente fora de operação.
Classificação das classes de embarcações pela Abeam
AHTS (Anchor Handling and Tug Supply):
Embarcações de elevada potência que atuam como rebocador, manuseio de âncoras e transporte de suprimentos.
PSV (Platform Supply Vessel):
Utilizadas para transporte de suprimentos.
SV (Mini Suplly Vessel):
Mini supridores às plataformas de petróleo.
FSV (Fast Suplly Vessel):
Supridores de cargas rápidas.
Crewboat:
Adotadas para transporte de tripulantes para as plataformas.
OSRV (Oil Spill Response Vessel):
Utilizadas para combate a derramamento de óleo.
RSV (Remotely Support Vessel):
Embarcações equipadas com veículos de operação remota (Remotely Operated Vehicle – ROV).
RV (Research Vessel):
Embarcações de Pesquisa.
DSV (Diving Support Vessel):
Embarcações para suporte e apoio ao mergulho.
WSV (Well Stimulation Vessel):
Empregadas para estimulação de poços de petróleo.
PLSV (Pipe Laying Support Vessel):
Embarcação complexa e altamente especializada, dotada de equipamentos/sistemas sofisticados e de elevado valor, é usada para construção e lançamento de linhas rígidas e flexíveis.
MPSV (Multi-Purpose Support Vessel):
Embarcações empregadas em tarefas múltiplas.