Das 24 operações realizadas este ano, 20 foram realizadas por estrangeiros comprando empresas brasileiras. As outras quatro são transações domésticas feita entre companhias brasileiras.
“Esse aumento é reflexo da realização dos últimos leilões realizados pela ANP no final do ano passado, que atraiu muitos players nacionais e estrangeiros”, analisa Paulo Guilherme Coimbra, sócio da KPMG.
Fonte: Revista Brasil Energia