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Clippings - 12/03/15

Galp prevê atraso de um ano em replicantes

A Galp Energia, sócia da Petrobras nos projetos do pré-sal da Bacia de Santos, está prevendo um atraso de um ano na entrada em operação dos quatro primeiros FPSOs replicantes, que têm primeiro óleo previsto pela Petrobras em 2016. O cronograma do E&P, que ainda é revisto pela petroleira brasileira, considera os FPSOs P-66, P-67, P-68 e P-69. A Galp alerta que a visão do atraso nos projetos não é a visão da Petrobras.

A visão da petroleira portuguesa é compartilhada por diversos agentes de mercado. Ainda não se sabe a posição da Petrobras em relação aos projetos, já que a estatal brasileira ainda está revisando seu Plano de Negócios. No mercado acredita-se que é improvável que os prazos sejam cumpridos – principalmente – por conta da relicitação da construção dos módulos de compressão de gás natural das unidades, contrato rescindido pela Petrobras com a Iesa no final do ano passado.

Quantificar a curva de produção factível com sua nova realidade é o grande desafio das áreas de Engenharia e E&P. Nenhum dos seis FPSOs afretados previstos no atual Plano de Negócios para entrar em operação em 2018 foi ainda contratado, o que faz com que a empresa escorregue em mais um ano a entrada em operação de quase 700 mil barris/dia novos.
A Galp estima ainda que os projetos de FPSOs afretados para o cluster de Santos entrarão em operação dentro do prazo previsto. O FPSO Cidade de Itaguaí produz o primeiro óleo no segundo semestre deste ano e os FPSOs Cidade de Maricá e Cidade de Saquarema, em 2017.