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Clippings - 31/05/10

Gás Brasiliano permitirá que Petrobras crie novos tipos de contratos

Com a Gás Brasiliano, a Petrobras terá a oportunidade para planejar e criar um mercado bem trabalhado. Nas palavras da diretora da área de Gás e Energia da Petrobras, Maria das Graças Foster, a aquisição, por US$ 250 milhões, trará a oportunidade para que a companhia possa testar sua experiência na modulação de diferentes tipos de contratos. Temos uma malha integrada que nos garante disciplina, disse a executiva.

A Petrobras hoje vende gás por meio de contratos de suprimento de longo prazo (contrato firme) e também contratos de médio e curto prazo. Em coletiva hoje no Rio, Graça Foster, como prefere ser chamada, disse que ainda não iria informar os planos de investimentos da Petrobras na Gás Brasiliano. E que não recebeu nenhuma notificação do governo de São Paulo questionando a Petrobras sobre a aquisição.

Ela informou também que não fez nenhum aviso à Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp), já que essa função era da dona da concessão, no caso a Eni. A agência ainda precisa aprovar a venda.

Com a Gás Brasiliano, as 21 distribuidoras onde a Petrobras tem participação acionária aumentam o consumo de 8,8 milhões para 9,4 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. O valor considera os 550 mil metros cúbicos por dia de gás contratados pela Gás Brasiliano.

E representa 23,6% de todo o gás distribuído no Brasil no primeiro trimestre de 2010, que foi uma média de 39,8 milhões de metros cúbicos por dia. O mercado total brasileiro foi de 48,8 milhões, mas o volume inclui o gás consumido por unidades da Petrobras como refinarias e as fábricas de fertilizantes).

A Gás Brasiliano se comprometeu com a Arsesp a dobrar o suprimento de gás para sua área de concessão até 2014, quando deverá ter um mercado de 1,2 milhão de metros cúbicos por dia.