unitri

Filtrar Por:

< Voltar

Clippings - 18/05/20

Gaspetro e NTS em fase não-vinculante

A Petrobras deu início, na sexta-feira (15/5), à fase não-vinculante referente à venda de 51% de sua participação na Gaspetro e de sua fatia remanescente na Nova Transportadora do Sudeste S.A. (NTS).

Nessa fase, os potenciais compradores receberão carta-convite com instruções sobre o desinvestimento, o que inclui orientações para a realização de due diligence e para envio das propostas vinculantes.

Com teaser divulgado em fevereiro, a estatal adiou o prazo para habilitação dos potenciais compradores da Gaspetro duas vezes.

Presente em 18 estados da federação, a Gaspetro é uma holding com participação em 19 companhias distribuidoras de gás natural. Desde dezembro de 2015, quando comprou parcela da Petrobras, a Mitsui Gás e Energia do Brasil tem participação de 49% na empresa.

De acordo com a estatal, a Gaspetro atendeu a aproximadamente 500 mil clientes em 2019, com volume de 29 milhões de m³/dia de gás distribuído.

A NTS é uma companhia que atua no setor de transporte de gás natural, detendo atualmente autorizações de longo prazo para operar e administrar um sistema de gasodutos de cerca de 2 mil km e com capacidade para transportar 158,2 milhões de m³/d de gás natural.

Os gasodutos da NTS se localizam nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo (responsáveis por 50% do consumo de gás natural no Brasil) e se conectam ao gasoduto Brasil-Bolívia (Gasbol), à rede de transporte da TAG, ao terminal de regaseificação de GNL da Baía de Guanabara (RJ) e às plantas de processamento de gás natural produzido na Bacia de Campos e no pré-sal.

Os outros sócios da NTS são o Nova Infraestrutura Fundo de Investimentos em Participações, fundo de investimentos gerido pela Brookfield Brasil Asset Management Investimentos Ltda, com 82,35% de participação acionária, e a Itaúsa, com 7,65% de participação acionária.

teaser da oportunidade foi publicado em março deste ano.

As vendas fazem parte do compromisso firmado entre a petroleira e o Cade.

Fonte: Revista Brasil Energia