Os gastos diretos do Fundo da Marinha Mercante (FMM) somaram R$ 4,9 bilhões em 2015, aumento de 7% sobre o ano anterior. A Transpetro foi novamente a empresa que recebeu a maior parte dos recursos: R$ 1,3 bilhão, 65% a mais que em 2014.
Dos gastos diretos com a Transpetro – destinados ao programa de modernização de sua frota, o Promef,, 83%, ou R$ 1,1 bilhão, foram financiados pelo BNDES e os outros 17%, pelo Banco do Brasil.
O estaleiro Vard Promar, em Pernambuco, recebeu R$ 435 milhões, o segundo maior montange do ano. Além de gaseiros da Transpetro, o estaleiro constrói dois PLSVs para o consórcio Technip-DOF.
Os empréstimos para o Promar foram concedidos também pelo BNDES e Banco do Brasil, com 50% cada um.
O principal agente financeiro do FMM em 2015 foi o BNDES, com R$ 3,4 bilhões. O Banco do Brasil financiou R$ 1,3 bilhão, a Caixa, R$ 84 milhões e o Banco da Amazônia, R$ 36 milhões. Em 2014 o BNDES também liderou o financiamento para estaleiros e armadores brasileiros, com R$ 2,3 bilhões.