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Clippings - 07/06/17

Geochemical Solutions pode investir até US$ 500 mil em estudos geoquímicos

A Geochemical Solutions pode investir até US$ 500 mil em estudos geoquímicos em 2017 e 2018. A informação foi divulgada por Mariana Kalume, business developer da companhia , que pretende realizar estudos nas regiões em águas ultraprofundas na Bacia de Sergipe-Alagoas, além de análises de rochas geradoras na Bacia de Santos. “Nossa intenção sempre foi o fomento do mercado, auxiliar as operadoras a compreender melhor as bacias”.

Como as atividades da Geochem auxiliam as operadoras?

M: Fazemos estudos integrados, não somente de geoquímica, pois interpretamos e integramos dados geológicos e geofísicos, que são entregues às companhias em uma plataforma que integra os dados com as informações das próprias operadoras. Também fazemos o acompanhamento de perfurações para a análise geoquímica do óleo após a perfuração. Nossa intenção sempre foi o fomento do mercado, auxiliar as operadoras na melhor compreensão da bacia.

Quais devem ser as próximas atividades da Geochem?

M: Para os próximos dois anos, pretendemos fazer estudos de óleos em Campos, Santos, Espírito Santo e Sergipe-Alagoas, visando as rodadas de licitações de 2017 e 2018. Queremos fazer estudos de rochas geradoras em Santos, para dar às operadoras uma melhor compreensão da geração do petróleo na área do pré-sal. Podemos investir até US$ 500 mil em 2017 e 2018.

Há algum segmento que tenha despertado mais interesse das companhias recentemente?

M: Ultimamente temos visto muitos questionamentos na área de gás, principalmente para estudos de CO2 na Bacia de Santos. Já tentamos realizar as análises, mas dependemos da disponibilização de amostras pelas operadoras e as companhias não estocam o gás em tanques, apenas coletam, analisam e liberam. Seria interessantíssimo para o mercado, mas ainda estamos estudando como realizar isso.

Quais outras dificuldades vocês têm tido para realizar as análises?

M: Muitas vezes temos dificuldades porque no BDEP (Banco de Dados de Exploração e Produção da ANP) consta que o óleo para o estudo existe, mas as operadoras dizem que está esgotado. A cada dois meses solicitamos óleos novos e hoje temos um banco com dados de mais de mil óleos. A nossa intenção é estar sempre alimentando esse banco de dados e incluir novas descobertas.