A Geopark vai investir US$ 8,3 milhões no Brasil até o final de 2018 para adquirir duas campanhas sísmicas e perfurar cinco poços exploratórios. Os compromissos da companhia incluem blocos nas bacias Sergipe-Alagoas, Recôncavo e Potiguar.
No caso do Recôncavo, a petroleira vai perfurar dois poços no REC-T-94 antes de 12 de julho de 2017, além de perfurar um poço no REC-T-128 antes de 20 dezembro de 2018. No REC-T-94, a companhia está em busca do prospecto de Praia do Espelho, no qual espera encontrar um potencial entre 7 e 16 milhões de barris. Antes do final do ano que vem a Geopark também pretende adquirir uma sísmica 3D no REC-T-93.
A petroleira vai perfurar um poço no POT-T-619, na Bacia Potiguar, antes de 16 de setembro de 2018 e outro no POT-T-747 antes de 20 de dezembro de 2018, mesma data em que precisará de 35 km² de sísmica 2D no POT-T-882. A Geopark também informou que investirá US$ 230 mil no bloco SEAL-T-268, em Sergipe-Alagoas, até maio de 2017, mas não especificou as atividades que serão feitas na área.
A petroleira chegou ao final de 2016 com reservas provadas desenvolvidas de 72 mil barris de óleo e condensado e 836 mil m³ de gás natural no Brasil. Toda a produção brasileira da Geopark vem do campo de Manati, na Bacia de Camamu, onde tem 10% de participação.
A área é operada pela Petrobras (35%), em parceria com a PetroRio (10%) e a QGEP (45%) e atualmente está com a produção mais baixa devido ao menor consumo de gás no nordeste do país. No ano de 2016, a Geopark faturou US$ 29,7 milhões no Brasil, mas fechou o ano com um prejuízo de US$ 645 mil no país.