A Geopark fechou 2017 com reservas provadas de 97 milhões de barris de óleo equivalente (boe), aumento de 24% ante ao ano anterior, após uma produção de 10,2 milhões de boe. Já o índice de reposição de reservas 2P foi de 261%. Do total das reservas provadas da petroleira, 66,1 milhões de boe ficam em ativos na Colômbia. As reservas foram certificadas pela consultoria DeGolyer and MacNaughton Corp (D&M) e divulgadas na segunda-feira (5/2).
No Brasil, as reservas provadas da companhia caíram 20%, de 5,4 mihões de barris de óleo equivalente para 4,3 milhões de barris de óleo equivalente, após a produção de 1,1 milhões de boe. O resultado é reflexo de um ano sem descobertas da companhia no Brasil.
A aquisição de um ativo na Argentina no fim do ano passado, prevista para ser concluída no primeiro trimestre deste ano, pode adicionar mais 12 milhões de boe a 14 milhões de boe às reservas provadas e prováveis (2p) da companhia.
A relação reserva produção no Brasil caiu de 5,2 anos para 4 anos. O campo de Manati, na Bacia de Camamu, onde a Geopark possui 10%, representou 100% das reservas certificadas pela D&M, sendo 98% composta por gás natural.
O programa de trabalho da Geopark 2018 no Brasil está focado em perfuração de exploração nos blocos do Recôncavo e Potiguar onshore, onde a Companhia possui 70% e 100%, respectivamente. O investimento é de US$ 3-4 milhões, aproximadamente. O programa inclui dois poços de exploração superficial e estudos sísmicos.
Atualmente, a Geopark opera no Brasil os blocos POT-T-619, POT-T-747 e POT-T-882, na Bacia Potiguar; REC-T-128, REC-T-93 e REC-T-94, na Bacia do Recôncavo; e SEAL-T-268, na Bacia de Sergipe-Alagoas. A empresa também tem 10% de participação no campo de Manati, na Bacia de Camamu, operado pela Petrobras (35%), em parceria com a PetroRio(10%) e a QGEP (45%).
Ao todo, a Geopark pretende investir, em seus projetos na América Latina em 2018, entre US$ 100 milhões e US$ 110 milhões. A meta da companhia é aumentar sua produção entre 15% e 20%.
Fonte: Revista Brasil Energia