A Geopark deve iniciar em fevereiro a perfuração do prospecto de Praia do Espelho, no bloco REC-T-94, na Bacia do Recôncavo. A empresa espera encontrar um potencial de 7 a 16 milhões de barris com a campanha. A petroleira está realizando os últimos estudos necessários para a perfuração.
Ao todo, a companhia deve perfurar sete poços globalmente no primeiro trimestre de 2017, sendo um no Brasil e os outros seis na Colômbia. No total do ano, a empresa pretende realizar de 30 a 35 perfurações, sendo que a petroleira já demonstrou interesse em perfurar pelo menos mais dois poços no Brasil, nas bacias Potiguar e Recôncavo.
Atualmente, a Geopark opera no Brasil, com 100% da concessão, os blocos POT-T-619, POT-T-747 e POT-T-882, na Bacia Potiguar; REC-T-128, REC-T-93 e REC-T-94, na Bacia do Recôncavo; e SEAL-T-268, na Bacia de Sergipe-Alagoas.
A empresa também tem 10% de participação no campo de Manati, na Bacia de Camamu, operado pela Petrobras (35%), em parceria com a Brasoil (10%) e a QGEP (45%). Toda a produção brasileira da Geopark vem de Manati, que está com a produção mais baixa devido ao menor consumo de gás no nordeste do país.
Durante o quarto trimestre de 2016, a petroleira produziu no país 2,5 mil boe/dia, queda de 29% em relação ao volume registrado no último trimestre de 2015. A área tem capacidade para produzir até 3,5 mil boe/dia, caso a demanda por gás aumente.
Globalmente, no quarto trimestre, a companhia produziu uma média de 23,6 mil boe/dia, aumento de 2% em relação ao mesmo perãodo do ano anterior. Ao todo, a produção da Geopark em 2016 ficou em 22,4 mil boe/dia, alta de 10% em relação a 2015.