O número contrasta com a média da América Latina de 2,9 anos. Segundo o secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, não é possível precisar exatamente em quanto tempo isso poderá acontecer. Ele estimou, contudo, que uma janela de até quatro anos seria razoável.
“Melhorar a nossa recuperação hoje para 100% (das empresas) em menos de quatro anos é uma meta factível, tem alta probabilidade de ser realizada”, disse ele a jornalistas.
Waldery também estimou, sem dar um prazo, que o percentual de provisionamento feito pelos bancos para o crédito concedido às empresas em recuperação judicial poderá passar, com a nova lei, a um patamar inferior a 50%, ante 75% atualmente.
“Provisionamento vai ser reduzido em larga escala”, afirmou.
A nova lei tenta reequilibrar o poder entre credores e devedores. O novo texto também permite que o governo conceda descontos nos valores inscritos na dívida ativa da União devidos por empresas em recuperação.
Fonte: Reuters