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Clippings - 02/08/13

Governo muda valores para concessões de Galeão e Confins

O ministro da Secretaria da Aviação Civil (SAC), Moreira Franco, anunciou ontem mudanças que devem constar no edital para a concessão dos aeroportos do Galeão, no Rio de Janeiro, e de Confins, em Belo Horizonte. O investimento que deverá ser aportado no perãodo de concessão subiu no Galeão, o desembolso deverá ser de R$ 5,8 bilhões – em 25 anos – e, em Confins, de R$ 3,6 bilhões – durante 30 anos.

Os valores previstos antes eram de R$ 5 bilhões e de R$5 3,25 bilhões, respectivamente. Moreira Franco e a ministra da

Casa Civil, Gleísi Hoffmann, entregaram ontem os estudos de concessão dos dois aeroportos ao presidente interino do Tribunal de Contas da União (TCU), Aroldo Cedraz.

Outra modificação foi o valor da outorga. Agora, o valor mínimo para o aeroporto carioca subiu de R$ 4,65 bilhões para R$4,73 bilhões. Para o aeroporto que serve Belo Horizonte,houve uma redução de R$ 1,56 bilhão para R$ 994 milhões.

O ministro Moreira Franco manteve a intenção de fazer o leilão para os dois aeroportos até o fim de outubro. O TCU tem até 45.dias para avaliar os estudos, e, após a resposta do tribunal, será publicado o edital A partir daí, precisam correr mais 45 dias até que o leilão seja realizado.

Na disputa pela segunda rodada de concessão de aeroportos, também mudou a forma como será feita a integralização do capital – os ganhadores do leilão terão de formar empresas coma Infraero para administrar os aeroportos, na proporção de 51% para os entes privados e de 49% para a estatal.

Para o Galeão, o capital inicial da nova companhia deverá ser de R$ 730 milhões e, para Confins, de R$ 404 milhões. Na formação da nova empresa, a concessionária
privada e a Infraero terão de entrar com 50% cada uma da parcela respectiva. Antes, a ideia é que a divisão fosse de 30% para os acionistas privados e de 10% para a Infraero. O ministro reafirmou que mbém poderão participar do leilíp os vencedores da rodada anterior de concessões, que envolveu os aeroportos de Brasília (DF), Viracopòs e Guarulhos, ambos em São Paulo. A participação total dessas empresas deverá ser limitada a 15% sobre a parcela que caberá ao setor privado, que é de 51%.