A Gran Tierra revisou a expectativa de produção de seus ativos na Colômbia e no Brasil em 2016. A companhia agora espera produzir entre 34 mil e 36 mil boe/dia, aumento em relação à meta prevista no começo do ano, quando a empresa esperava produzir entre 27,5 mil boe/dia e 29 mil boe/dia.
No mês passado, a companhia chegou a anunciar que a produção anual de 2016 deveria ficar próxima da expectativa mais baixa divulgada para o ano devido ao adiamento de operações de workover e ao desempenho da produção não operada. A revisão foi motivada sobretudo pela aquisição da petroleira PetroLatina.
Atualmente, a produção da Gran Tierra está em 30 mil boe/dia. No Brasil, o único ativo produtor da empresa é o campo de Tiê, na Bacia do Recôncavo, operado com 100% da concessão. Em julho deste ano – dados mais recentes disponibilizados pela ANP – Tiê produziu uma média de 963,9 barris/dia de óleo e 19,8 mil m³/dia de gás.
Além de revisar a previsão de produção, a Gran Tierra anunciou que, até o final do ano, pretende iniciar oito novas perfurações em ativos na Colômbia, nas regiões de Suroriente, Acordionero, El Portón e Putumayo. A empresa pretende ainda iniciar em setembro um teste de produção e pressão na região de Guriyaco-1, onde um poço exploratório acabou de identificar reservatórios de óleo.
Atualmente, no Brasil, além do campo de Tiê, a Gran Tierra opera os blocos REC-T-117, REC-T-118, REC-T-129, REC-T-142, REC-T-155 e REC-T-224, todos com 100% da concessão, localizados na Bacia do Recôncavo. No mês passado, a companhia devolveu à União o bloco REC-T-86, arrematado na 11ª Rodada.