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Clippings - 20/02/26

Grupo DOF registra alta no lucro líquido de 2025

O aumento do lucro, que foi de 162%, também foi observado no 4T25, com porcentagem de 54,1%

Embarcação do Grupo DOF (Foto: Divulgação)

O Grupo DOF registrou lucro líquido de US$ 467 milhões em 2025. O valor é 162% maior que o de 2024 (US$ 178 milhões), como demonstrou a companhia no relatório financeiro divulgado nesta quinta-feira (19).

Em 2025, a receita chegou a US$ 1,8 bilhão, sendo um acréscimo de 35% em relação ao de 2-24 (US$ 1,3 bilhão). 

No quarto trimestre de 2025, houve aumento de 54,1%, indo de US$ 96 milhões para US$ 148 milhões. A receita do trimestre foi de US$ 577 milhões, uma alta de 29,6% frente aos US$ 445 milhões do 3T25. 

A companhia explica que o trimestre apresentou valores maiores devido à receita e ao EBITDA, que são justificados pelo aumento da atividade à melhoria dos níveis de tarifas e à inclusão total da DOF Dinamarca. 

A previsão do EBITDA de 2026 está entre US$ 830 milhões e US$ 880 milhões. O Grupo DOF faz a projeção baseado na carteira de pedidos, aumento nas taxas em várias embarcações e atividade contínua em projetos submarinos e licitações. 

DOF garante contrato na Argentina

O Grupo DOF assinou um contrato entre US$ 25 milhões e 50 milhões para um projeto na Argentina. 

Segundo comunicado divulgado na segunda-feira (16), a DOF atuará em duas campanhas offshore, sendo uma no segundo trimestre e outra entre o terceiro e quarto trimestre deste ano. 

O contrato abrange pre-lay de amarração, instalação e gerenciamento de construção do coletor nas extremidades do duto, instalação de bobinas de ligação, conexão e pré-comissionamento de duas boias CALM, além de serviços de mergulho. 

As embarcações responsáveis pelos projetos serão Skandi Hera e Skandi Patagonia, com duração combinada esperada de mais de 250 dias.

Os preparativos estão em andamento, com a DOF fornecendo gestão de projetos, engenharia, gestão de construção, logística e execução offshore, liderados pela região submarina da América do Norte da companhia.

Fonte: Revista Brasil Energia