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Clippings - 04/02/26

Guiné Equatorial e Chevron assinam acordo para projeto de gás Aseng

O acordo inclui o financiamento do aumento da participação no projeto da petrolífera estatal do país Gepetrol, que passará de 5% para 32,55%

Assinatura de contrato da Guiné Equatorial com a Chevron para projeto de gás Aseng (Foto: Divulgação Governo da Guiné Equatorial)

O Governo da Guiné Equatorial e a petrolífera Chevron assinaram um acordo para o projeto de gás Aseng, um dos maiores projetos de produção de gás do país. A assinatura ocorreu na sexta-feira (30/1) no Palácio do Povo, na capital Malabo, segundo comunicado do Governo.

O campo Aseng está situado em águas profundas (aproximadamente 950 metros) na costa da Guiné Equatorial, operado anteriormente pela Noble Energy, adquirida pela Chevron, além de ter participação da Atlas Petroleum International, Gepetrol, Glencore e Gunvor Group.

O acordo assinado inclui o financiamento do aumento da participação da petrolífera estatal Guinea Ecuatorial de Petróleos (Gepetrol) no projeto, que aumentará de 5% para 32,55%.

Segundo o comunicado, o aumento reflete o compromisso do Governo da Guiné Equatorial em ampliar sua participação na exploração de seus recursos naturais.

Segundo o Ministro de Minas e Hidrocarbonetos, Antonio Oburu Ondo, o projeto de gás Aseng é considerado fundamental, pois abrirá caminho para outros projetos de gás no país e garantirá o fornecimento de gás pelas próximas décadas.

“A partir de agora, a usina de Punta Europa se beneficiará deste acordo, que também abre possibilidades para outros projetos, como o Yoyo Yolanda, o projeto com Camarões e o projeto do gasoduto com a Nigéria”, disse o ministro.

O comunicado do governo informou que o acordo com a Chevron foi acertado nos Estados Unidos, durante viagem ao país em setembro do ano passado do Secretário Executivo Nguema Obiang Mangue, que também é o vice-presidente do país e filho do presidente do país, Teodoro Obiang Nguema Mbasogo.

O governo do país africano destacou que o acordo é um passo importante para o desenvolvimento da Guiné Equatorial e para a segurança energética da região, e espera-se que gere empregos e aumente a renda do país.

“A assinatura deste documento legal ocorreu nesta Sexta-feira no Palácio do Povo, em Malabo, após meses de intensas negociações”, finaliza o mesmo documento.

Fonte: Revista Portos e Navios