unitri

Filtrar Por:

< Voltar

Clippings - 25/09/20

Halliburton na frente em Mero 2

Divulgação Halco

Grupo norte-americano negocia mais um contrato de construção de poços com a Petrobras

A Halliburton deve arrematar o contrato integrado de construção de poços para o desenvolvimento de Mero 2, projeto de partilha de produção, localizado no cluster de Santos. O grupo apresentou o melhor preço no bid da Petrobras, tendo iniciado o processo de negociação direta das condições da proposta com a comissão de licitação.

A concorrência estava sendo disputada pela Baker e Schlumberger, mas a multinacional norte-americana saiu na frente, avançado sozinha no processo de negociação. O contrato é voltado ao fornecimento de brocas, serviço de perfuração direcional, perfilagem, fluidos, cimentação e avaliação de poços.

Halliburton e Petrobras mantêm sigilo sobre o valor da proposta apresentada. O serviço é direcionado aos oito poços que ficarão interligados ao FPSO Sepetiba, em construção pela SBM e programado para entrar em operação em 2023.

Não há sinalização sobre o prazo de conclusão das negociações. O contrato prevê o início dos trabalhos em 2021, com prazo final de execução em 2023.

Mais um

Se confirmada como vencedora da licitação, a Halliburton ficará responsável pela construção de poços de três fases sequenciais do projeto de Mero. O grupo norte-americano arrematou os contratos do módulo do FPSO Pioneiro de Libra (SPA) e da etapa de Mero 1, programada para entrar em operação em 2021, com o FPSO Guanabara, em processo de conversão pela Modec.

O contrato de construção dos poços da fase I de Mero foi assinado em julho de 2019. O serviço está em execução e tem previsão de conclusão em 2021.

Lançada em 2018, a licitação de Mero 1 também foi direcionada a um total de oito poços.

A Halliburton era vista como favorita na licitação de Mero 2 por ter arrematado os outros anteriores. Entre as empresas, prevalecia a percepção de que o grupo norte-americano tinha vantagem competitiva no processo por já atuar no projeto, podendo ofertar uma proposta mais agressiva.

O ativo de Mero é operado pelo consórcio de Libra, que tem a Petrobras como operadora, com 40% de participação, em parceria com a Shell (20%), Total (20%), CNOOC (10%) e CNPC (10%).

Fonte: Revista Brasil Energia