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Clippings - 10/12/14

Hapag-Lloyd conclui fusão com a CSAV

A Hapag-Lloyd, após meses de preparação, superou os obstáculos finais e concluiu a fusão com a CSAV no transporte de contêineres. Como resultado, a nova Hapag-Lloyd agora será capaz de oferecer um produto ainda melhor e uma variedade maior de serviços.

As melhorias incluem uma maior frota de navios, uma das mais amplas e modernas frotas de contêineres frigoríficos, uma rede de serviços expandida com conexões adicionais de portos, tempos reduzidos de trânsito, embarques de cabotagem na América do Sul e uma equipe mais fortalecida de vendas são apenas algumas das inúmeras vantagens desta fusão.

Segundo a própria Hapag-Lloyd, a partir de março do ano que vem, serão iniciados, gradualmente, os processos de transferência dos serviços da CSAV para os sistemas de TI da Hapag-Lloyd. Até meados de 2015, a empresa espera efetuar a convergência de todos os itens operacionais para que, no futuro, as duas companhias se tornem uma só.

Vale ressaltar que, com esta fusão, a Hapag-Lloyd se tornou o número quatro no transporte de contêineres global e deverá resultar em muitas sinergias. Rolf Habben Jansen, chefe-executivo da Hapag-Lloyd destacou a fusão como uma grande vitória. “A força da Hapag-Lloyd no tráfego da Ásia e no Atlântico Norte combinada com a forte posição da CSAV na América Latina, permitirá fornecermos uma rede mais atraente e ampla de produtos. Além disso, nossa capacidade de competir também vai ser significativamente reforçada”, diz.

O executivo adianta, ainda, que além de integrarem os negócios de contêiner da CSAV e Hapag-Lloyd, também existem planos para fortalecer a empresa, aumentando o capital de 370 milhões de euros até 31 deste ano e, neste caso, a CSAV terá uma quota de 259 milhões de euros. Desta forma, a estrutura de propriedade da Hapag-Lloyd muda conforme a seguir: CSAV irá tornar-se a maior acionista da Hapag-Lloyd, com 34%, após o aumento de capital em dinheiro, seguida da HGV (23,2%), Kühne Maritime (20,8%), TUI (13,9%), Signal Iduna (3,3%), HSH Nordbank (1,8%), M.M. Warburg (1,8%) e Hanse Merkur (1,1%).