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Clippings - 18/05/20

Ibama recebeu oito projetos exploratórios em 2020

Veja quais foram as campanhas sísmicas e de perfuração submetidas à análise do órgão ambiental

O projeto da CGG para aquisição sísmica na Bacia de Campos, submetido ao Ibama nesta semana, é o oitavo pedido de licença ambiental para projeto exploratório enviado ao órgão em 2020, segundo informações enviadas pelo órgão ao PetróleoHoje.

Dentre eles, três são para aquisição sísmica e quatro para perfuração – a maioria na Bacia de Campos.

A empresa francesa também fez um pedido para levantar dados, a partir de novembro, em áreas do pré-sal de Campos e Santos. O outro empreendimento sísmico é da Shell, que pretende adquirir, em julho de 2021, dados exclusivos em Saturno, em Santos, cujo poço pioneiro foi perfurado no início da semana.

Via assessoria de imprensa, a petroleira declarou que, até o momento, as operações estão mantidas, mas que é possível que os planos sejam alterados em função das incertezas do cenário macroeconômico de óleo e gás.

“Estamos acompanhando de perto a situação da COVID-19 e seus impactos nas operações, priorizando a saúde e a segurança do nosso pessoal e parceiros. O consórcio mantém um processo dinâmico de revisão dos negócios de acordo com as condições apresentadas, para estarmos preparados para tomar decisões estratégicas sempre que necessário”, informou a companhia.

A anglo-holandesa acrescentou que mantém as nove perfurações previstas nos blocos C-M-713 e C-M-659, na Bacia de Campos, com previsão de início entre outubro de 2021 e julho de 2022, conforme projeto submetido ao Ibama em fevereiro.

As demais perfurações analisadas pelo órgão desde janeiro são programadas pela Total, no bloco C-M-541, em Campos; pela Karoon, na área de descoberta de Patola, no sul de Santos; e Petrobras, nos blocos POT-M-762 e POT-M-859, na Bacia Potiguar.

No caso da australiana, a campanha depende de aprovação, pela ANP, da aquisição do campo de Baúna, também em Santos, para começar a perfurar em Patola.

Importa lembrar que o Ibama suspendeu, em março, os prazos processuais físicos e eletrônicos por tempo indeterminado em razão das medidas de prevenção à propagação da Covid-19.

Fonte: Revista Brasil Energia