A Petrobras encontrou indício de petróleo por meio do poço 3-BRSA-1303-SES, segundo poço de extensão do plano de avaliação de descoberta (PAD) de Poço Verde (1-BRSA-1022-SES), no bloco BM-SEAL-4, na Bacia de Sergipe-Alagoas.
O poço teve a perfuração iniciada em 6 de abril, pela sonda Ocean Courage, em lâmina d’água de 2.470 m. De acordo com os dados mais recentes disponibilizados pela ANP, a perfuração ainda não foi concluída.
O primeiro poço de extensão do PAD de Poço Verde foi o 3-BRSA-1251-SES, classificado como portador de gás e condensado. O plano é válido até setembro de 2018 e, até lá, a companhia ainda tem a opção de perfurar mais dois poços de extensão contingentes. A área é operada pela Petrobras (75%), que tem como parceira a ONGC Campos (25%).
Gás em Cumbe
A companhia também identificou indícios de gás no poço 3-BRSA-1297A-SES, repetição do primeiro poço de extensão do PAD de Cumbe (1-BRSA-1104-SES), no bloco SEAL-M-349, também na Bacia de Sergipe-Alagoas.
A perfuração começou em 5 de maio, pela sonda Sevan Driller, em lâmina d’água de 2.135 m. Também não há informações sobre a conclusão. A primeira tentativa de perfuração do plano de Cumbe foi o poço 3-BRSA-1207-SES, abandonado por acidente. Em seguida, foi perfurado o 3-BRSA-1297-SES, que encontrou um indício de gás.
O PAD de Cumbe também é válido até setembro de 2018 e prevê mais uma perfuração firme e duas contingentes. A Petrobras opera a área com 60% da concessão, e tem como parceria com a IBV Brasil (40%).