A extensão de prazos de contratos de concessão da rodada zero deverá utilizar como critério as propostas de investimento no aumento da recuperação de petróleo e gás nos novos campos. A informação é do diretor da ANP, José Gutman, que reuniu-se com representantes da Petrobras para tratar do tema nesta quinta-feira (22/10).
Os campos da rodada zero ainda têm a maior participação na produção total de petróleo do país e têm seus contratos, de 27 anos, com vencimento em 2025. São 282 áreas concedidas em 1998 sob o regime de concessão, criado pela Lei do Petróleo (9.478/1997).
De acordo com Gutman, investimentos em andamento e planos para novos aportes que se traduzam em maior produção serão considerados para aprovação da extensão de prazos, conforme previsto nos contratos.
Áreas que a Petrobras não tiver interesse em manter ou cuja renovação de contrato não for aceita pela ANP poderão vir a ser leiloadas, inclusive sob o modelo de partilha, se estiverem dentro do polígono do pré-sal.