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Clippings - 30/11/20

Karoon espera financiar descobertas de Neon e Goiá por meio do caixa de Baúna

A produção em Baúna é feita pelo FPSO Cidade de Itajaí/ Divulgação

A Karoon espera financiar o desenvolvimento das descobertas de Neon e Goiá por meio do fluxo de caixa de operações do campo de Baúna, informou a companhia em apresentação feita na assembleia geral anual, realizada na sexta-feira (27/11).

A companhia também espera utilizar o capital gerado em Baúna para buscar outras aquisições nas áreas de E&P. Como já afirmado pelo gerente-geral da companhia para a América do Sul, Tim Hosking, o foco da Karoon no país é no sul da Bacia de Santos.

As próximas atividades previstas pela Karoon são as operações de workover em Baúna, com início estimado para o final de 2021 e investimentos em torno de US$ 100-120 milhões. O valor exato dependerá da decisão de investimento final (final investment decision – FID) de Patola, prevista para o segundo trimestre de 2021.

Depois, é a vez das campanhas de perfuração em Patola (meados de 2022) e Neon (final de 2023), já que a companhia pretende realizar sinergias entre os ativos, como o uso da mesma sonda, em função da proximidade.

Créditos: Karoon

No longo prazo, a companhia afirmou que precisará expandir seus negócios para os mercados de energia além do petróleo e gás. “A Karoon considera continuamente a inclusão de ativos de energia renovável em seu portfólio, com foco no potencial retorno financeiro aos seus acionistas”, segundo o texto da apresentação.

No Brasil, a Karoon opera o bloco BM-S-40, que contém os reservatórios de Baúna, Piracaba e Patola, coletivamente chamados de campo de Baúna. A companhia detém, ainda, os campos de Neon e Goiá, e o bloco S-M-1537, que contém a descoberta de Clorita, todos na Bacia de Santos.

Fonte: Revista Brasil Energia