unitri

Filtrar Por:

< Voltar

Clippings - 09/11/21

Karoon garante linha de crédito de US$ 160 milhões

A produção em Baúna é feita pelo FPSO Cidade de Itajaí/ Divulgação

Companhia já recebeu US$ 30 milhões, visando os investimentos na campanha de intervenção em Baúna e no desenvolvimento de Patola, ambos na Bacia de Santos

Por Lais Carregosa    

A Karoon obteve uma linha de crédito de US$ 160 milhões, dos quais US$ 30 milhões já foram sacados em preparação para os investimentos na campanha de intervenção no campo de Baúna e no desenvolvimento da descoberta de Patola, ambos na Bacia de Santos, informou a companhia na segunda-feira (8/11).

O empréstimo foi acordado com o Deutsche Bank, ING, Macquarie e Shell. De acordo com a petroleira australiana, o acordo prevê financiamento adicional de US$ 50 milhões.

“Com US$ 175 milhões em caixa no final de setembro e esta linha de crédito de US$ 160-210 milhões, isso dá à Karoon liquidez adequada e espaço para os programas planejados de expansão de Baúna e Patola sem a necessidade de capital adicional”, declarou no final de outubro o diretor Financeiro, Ray Church, em conferência para apresentar a nova estratégia da companhia.

Aprovado em junho, o desenvolvimento de Patola compreende a perfuração de dois poços verticais, pela sonda Maersk Developer, da Maersk Drilling, imediatamente após a finalização da campanha de workover em Baúna, que será realizada pela mesma sonda em meados de 2022.

O primeiro óleo de Patola está previsto para o primeiro trimestre de 2023, com uma vazão inicial de 10 mil barris/dia. Com essa vazão e com a campanha de workover em Baúna, a Karoon espera dobrar sua produção ainda no início de 2023, chegando nos 30 mil barris/dia.

A companhia anunciou ainda que cobriu cerca de 30% de sua produção prevista para os anos fiscais de 2022 e 2023 com operações de hedge, “para apoiar os planos de investimento da Karoon e a linha de crédito”, declarou em nota na segunda-feira (8/11).

No Brasil, a Karoon opera o bloco BM-S-40, que contém os reservatórios de Baúna, Piracaba e Patola, coletivamente chamados de campo de Baúna. A companhia detém, ainda, os campos de Neon e Goiá, e o bloco S-M-1537, que contém a descoberta de Clorita, todos na Bacia de Santos.

Fonte: Revista Brasil Energia