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Clippings - 16/02/17

Karoon quer sócio para Echidna e Kangaroo

A Karoon vai ao mercado no segundo trimestre buscar um sócio para assumir a participação de 35% que pertencia a Pacific Rubiales em Echidna e Kangaroo, prospectos de óleo leve descobertos em águas rasas da Bacia de Santos, em 2015. A petroleira já começou a trabalhar na elaboração do data room e o farm-out será conduzido pela equipe do Brasil.

A Karoon pretende se ressarcir dos investimentos já feitos na área e ainda ser carregada no desembolso necessário à campanha de delimitação da descoberta e à implantação do projeto de desenvolvimento da Echidna, programado para entrar em operação em 2020.

Serão perfurados pelo menos dois poços de appraisal na área de Echidna até o fim de 2018 para declarar a comercialidade da descoberta. O sistema de produção previsto terá um FPSO com capacidade para produzir 40 mil b/d, que ficará interligado a três poços produtores e dois injetores de água e gás simultaneamente. Além dos poços firmes, a Karoon avalia a possibilidade de ter ainda um quarto poço produtor contingente.

A estimativa é que a perfuração dos poços de desenvolvimento exijam investimentos de US$ 165 milhões e que o afretamento do FPSO gire ao redor de US$ 350 mil/dia. A princípio o plano é que os novos investimentos sejam feitos apenas depois de fechado o farm-out, já com o aporte de capital do novo sócio, até o final do ano.

Os poços de appraisal serão perfurados possivelmente pela Olinda Star, sonda da Queiroz Galvão, responsável pelas campanhas feitas anteriormente na área. A Karoon perfurou um total de quatro poços exploratórios na região, sendo um em Echidna e três em Canguru.

As descobertas de Echidna e de Kangaroo foi feitas a partir do trabalho exploratório realizado nos blocos S-M-1037, S-M-1101, S-M-1102, S-M-1165 e S-M-1166, arrematados na 9a rodada da ANP, realizada em 2007.