A Karoon deve lançar no segundo semestre concorrência para contratar o sistema de produção para o projeto de Echidna, na Bacia de Santos. A empresa fechou contrato com o Wood Group para auxiliar a escolha do projeto que será implementado na região.
A estratégia, adianta o gerente de Implementação de Projetos da Karoon, Ricardo Abi Ramia, é deixar a concorrência aberta para que os modelos de produção concorram entre si. O projeto tem definido que o sistema terá primeiro óleo em 2020.
As empresas poderão ofertar na concorrência para subsea tanto modelos com linhas rígidas, quanto flexíveis. Para as unidades de produção, o desenho feito pela empresa contemplava um FPSO, mas a petroleira está aberta para qualquer outro modelo flutuante.
A Karoon decidiou partir diretamente para o sistema definitivo de produção e abandonou a ideia de fazer um Teste de Longa Duração na área. Atualmente, a área está sendo estudada por meio de um plano de avaliação da descoberta, que se estende pelos blocos S-M-1037, S-M-1101, S-M-1102, S-M-1165 e S-M-1166. A previsão é que o PAD seja encerrado até dezembro de 2020.
A Karoon pretende perfurar pelo menos dois poços de avaliação na área de Echidna até o fim de 2018 para declarar a comercialidade da descoberta. No segundo trimestre, a companhia pretende ir ao mercado em busca de um sócio para assumir uma participação de 35% nas concessões.