“Estamos em um processo de transformação, o que inclui um volume alto de investimentos, que ultrapassa os R$ 300 milhões alocados em equipamentos, sistemas e obras e, neste momento de transição, que demonstramos nosso compromisso em melhorar, passamos por alguns gargalos, que, em toda mudança é necessária, porém visa trazer uma evolução no nosso atendimento e capacidade”. A afirmação é de Wagner Biasoli, diretor-presidente do Terminal Libra no Rio de Janeiro. Segundo ele, existe uma visão muito clara do Grupo em dar um salto de qualidade e, para chegar lá, são necessárias adaptações, que, por conta do diálogo com os clientes, tem sido bem aceitas. Uma das soluções encontradas, por exemplo, foi dobrar o número de funcionários que atuam no atendimento.
O terminal , – que implementou um maio deste ano o atendimento 24 horas e ampliou, com isso, o número de janelas na importação e exportação – apostou, ainda, em um novo sistema para substituir o data center, por ser uma solução mais ágil, mas que requer tempo para uma migração com seu 100% operacional. Somado a isso, o terminal enfrenta obras em sua retroárea, que até 2014 será de 40 mil metros quadrados. “Em outubro, já entregaremos 9 mil metros quadrados a mais de retroárea, o que vai melhorar nossa taxa de ocupação que é elevada, mas até lá é preciso enfrentar este perãodo de transformação onde procuramos minimizar ao máximo os transtornos, o que explica nossa preocupação em acelerar esta obra”, explica Biasoli. Segundo ele, o momento é de percepção dos problemas, mas que serão resolvidos com as melhorias a serem implementadas. “Estamos pensando à frente, nos preparando para o mercado e visando nos diferenciar, também, nos processos, pessoas e, principalmente, no atendimento ao cliente, onde buscamos excelência”, diz. Neste momento, inclusive, o Grupo acredita que é necessário ouvir o cliente e disponibilizou um canal direto de contato pelo 03001154272.
As melhorias da Libra incluem obras de expansão do terminal – que estará apto a receber os supernavios, que começam a chegar no mercado brasileiro e vão ampliar a capacidade de movimentação para 630 mil Teus -, bem como a ampliação do armazém e a aquisição de novos equipamentos. Somente no Rio de Janeiro, por exemplo, todos os equipamentos são eletrificados, o que comprova, também a preocupação do Grupo com a sustentabilidade. “Olhamos para o social e o sustentável com preocupação e apostamos em equipamentos que reduzam a emissão de poluentes. Vale lembrar que, onde estamos instalados, enxergamos como um dever com a comunidade a obrigação de fazer diferença e apostamos em um programa onde investimos na primeira formação de pessoas de comunidades carentes”, conclui.