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Clippings - 18/08/15

Libra pode ser capaz de entregar 70 milhões de m³/dia no pico

Ao atingir o pico, entre 2026 e 2030, a produção de gás natural de Libra – primeira área da partilha de produção do país – deve chegar a 130 milhões de m³/dia, com uma capacidade de entrega de 70 milhões de m³/dia, de acordo com projeções preliminares da PPSA. Renato Darros, diretor da estatal, conta que ainda há dúvidas sobre a capacidade de escoamento do energético e sobre o que fazer com a parcela de CO2.

Foi formado um grupo para estudar as alternativas para o gás natural de Libra. Darros contou que é preciso avaliar se é possível monetizar a parcela de CO2 do gás ou encontrar uma solução para escoar as parcelas mais nobres do energético. Lembrou que, provavelmente, faltará capacidade de escomaneto na malha de dutos da Bacia de Santos. Com a entrada em operação do Rota 2, que faz a interligação para Cabiúnas (Macaé), e do Rota 3, ligação da Cessão Onesora com o Comperj, a capacidade de entrega será de 44 milhões de m³/dia.

Estão previstos 12 FPSOs para Libra, que vão entrar em operação a partir de 2020, com a partida da unidade piloto. Os primeiros testes de produção, que vão ajudar a determinar a necessidade futura de injeção de gás, começam em 2016, com o primeiro teste de longa duração (TLD) . O FPSO foi contratado com o consórcio Odebrecht/Teekay e deve chegar ao Brasil no final do próximo ano.

Atualmente, a capacidade de entrega de gás natural dos campos nacionais, tanto offshore quanto onshore, tem sido superior a 50 milhões de m³/dia. Em junho foram disponibilizados ao mercado 57,6 milhões de m³/dia. Este ano, o consumo de gás, a queima e a reinjeção tem sido da ordem de 38 milhões de m³/dia