Consórcio de Libra aprova o afretamento de duas sondas para o projeto, com taxas diárias diárias ao redor de US$ 500 mil.
O consórcio de Libra irá assinar até a primeira quinzena de dezembro contrato de afretamento com a Seadrill para os navios-sonda West Carina e West Tellus, no valor total de US$ 1,1 bilhão, montante que inclui as taxas de mobilização.
Segundo apurado com fontes envolvidas no processo, uma das taxas teria ficado abaixo dos US$ 500 mil e outra nesse patamar. A contratação das duas sondas, pelo perãodo de três anos, foi aprovada na sexta-feira (21/11) pela Shell, Total, CNPC e CNOOC, sócias da Petrobras no consórcio.
Para atender as exigência do consórcio, as duas sondas terão que passar por adaptações e serem equipadas com MPD (Managed Pressure Drilling), o exigirá investimentos por parte da Seadrill da ordem de US$ 70 milhões por unidade. A West Tellus já está sendo preparada para operar no contrato, em um estaleiro na Espanha, em Las Palmas, enquanto a West Carina passará por adaptações na Coreia do Sul.
Contratualmente, as duas sondas terão de entrar em operação em maio de 2015, mas é provável que a West Tellus chegue ao Brasil antes, podendo iniciar campanha antecipadamente, entre os meses de fevereiro e março, ainda sem o MPD instalado.
De acordo com os planos do consórcio, a West Tellus irá perfurar um poço na parte noroeste de Libra, que receberá um TLD em 2017. Com a contratação da West Tellus e a West Carina, a Seadrill passará a ter sete sondas operando no Brasil para a Petrobras, em 2015. A empresa irá operar ainda três sondas em parceria com a Sete Brasil.